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10 Atitudes Que Podem Levar Você ao Superendividamento

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Estou assustado com a quantidade de pessoas que entram em contato comigo e com minha equipe alegando que estão com a vida financeira totalmente desestruturada. Por esse motivo resolvi escrever este artigo, pois eu sei – já vivi na pele – o quanto é prejudicial para a vida financeira, emocional, intelectual, profissional, social – o descontrole financeiro e o endividamento.

Relaciono 10 erros comuns que tenho percebido nas minhas atividades práticas de Consultoria Financeira, isto é, não se trata de estudo acadêmico ou conceitos de gurus de finanças. É o que tenho vivenciado no meu dia a dia com muitos clientes.

Independente da sua situação, convido você a ler o que escrevo abaixo. Pode ser que no seu caso você use o conteúdo apenas como prevenção, mas talvez possa ser usado como um estímulo para buscar ajuda.

Erro número 1: Não sabe quanto ganha

 

É de surpreender a quantidade de pessoas que não sabem o quanto ganham. Pessoas em todos os segmentos profissionais – assalariados, profissionais liberais, autônomos e empresários – simplesmente alegam que não tem a mínima ideia de seus rendimentos. Elas simplesmente não somam as suas fontes de renda no final do mês, não conferem extratos de recebimentos, deixam a renda se misturar com seus limites de crédito, e bola para frente.

A consequência disso é que elas projetam uma renda além da que é real, não consideram deduções, tributos, descontos, etc. E é aí que começa a complicação financeira pois projetando uma renda maior do que a real, certamente gastarão em excesso.

Conheça também:

Curso: Viver Sem Dívidas (On-line)

Artigo: Pegar empréstimo para pagar dívidas: é a melhor decisão?

Artigo: Você sofre de Procastinação Financeira?

Erro número 2: Não sabe quanto gasta

 

Bom, se a pessoa não sabe o quanto ganha, você acha que ela vai se interessar em saber o quanto gasta?

Claro que não. Vão gastando, muitas vezes antes de receber, vão levando a vida numa boa, reclamando da situação aqui e ali, e acreditam que está tudo bem afinal todo mundo está insatisfeito com a vida financeira.

E nesse momento é que entra um elemento que tende a agravar a situação intensamente: o uso do crédito de forma descontrolada, em especial cheques pré-datados, cheque especial e cartões de crédito.

Erro número 3: Agir como se a renda fosse um recurso infinito

 

A consequência das atitudes 1 e 2 é que agem como se o seu dinheiro não tivesse fim, não fazem controles, não conferem extratos, vão entrando em crédito a todo momento, não sabem dizer não aos seus desejos.

Recentemente atendi um empresário que tinha rendimento líquido de R$ 50.000,00. Mas os seus gastos eram muito mais do que isso. Resultado: sem paz, sem tranquilidade, casamento tumultuado, credores por todos os lados. Adianta ter uma renda de R$ 50 mil?

Detalhe: 100% das pessoas que nos procuram estão ativas profissionalmente, isto é, não estão desempregadas e muito menos sem renda.

Isso significa que as pessoas estão complicando suas vidas financeiras exatamente quando poderiam estar construindo sua independência financeira.

Erro número 4: Querer impressionar todo mundo

É surpreendente como as pessoas gostam de impressionar os outros. Parece uma necessidade, uma forma de sobreviver. Precisam mostrar ao próximo – amigos, familiares, colegas de trabalho – a sua prosperidade (muitas vezes construída pro meio de dívidas em parcelas a perder de vista).

Dentre tantas justificativas para este comportamento é o fato de pertencermos a uma sociedade extremamente materialista e voltada para a competição. Para esta sociedade você precisa ser o número 1, o melhor profissional, o melhor salário, a melhor casa, a melhor escola para os filhos.

Será que precisamos de tudo isso mesmo?

E quando você estiver em maus lençóis, passando por dificuldades financeiras e até problemas de saúde, estas pessoas estarão a seu lado, dispostas a ajudar? Ou simplesmente desaparecerão?

Erro número 5: Colocar a culpa em fatores externos

 

Ah sim! É claro que sempre existe um culpado para as dificuldades financeiras:

– É crise que assola o país.

– Ah, é também a corrupção, a inveja, o olho gordo.

– É a empresa que não valoriza o meu trabalho.

Somos especialistas em encontrar culpados, desde que não sejamos nós mesmos. E com essa atitude ficam adiando, empurrando com a barriga uma tomada de decisão.

Erro número 6: Acreditar em soluções sobrenaturais

Devemos lembrar que somos uma nação extremamente mística e religiosa. Então, esperar que deuses, simpatias, golpes de sorte e propostas de enriquecimento rápido venham nos tirar do caos financeiro é algo mais comum do que possamos acreditar,

Mais uma vez devo ser sincero com você, por mais espiritual e sortudo que você seja, se não houver uma mudança de postura e de atitudes, se você não promover uma real mudança cultural você vai ficar naquela eterna gangorra de altos e baixos na sua vida financeira.

Erro número 7: Adiar [demais] a decisão de buscar ajuda.

 

Já sabemos que procrastinar, adiar, deixar para depois faz parte do comportamento de muitas pessoas. Vários fatores contribuem para isso, medo de enxergar a realidade, esperança que a situação melhore, vergonha de admitir o problema, arrogância em querer mostrar que é capaz de dar a volta por cima sozinho.

E quanto mais o tempo passa, mas o cenário fica feio, nebuloso, até ao ponto de não se enxergar por onde recomeçar.

Erro número 8: Ir ao banco para solucionar o problema

E tão logo começam a sentir que a situação está se complicando correm para o banco para pegar novos empréstimos, fazer renegociações, refinanciar bens, etc.

É como o próprio boi, que por vontade própria vai para o matadouro. Coisa boa não vai acontecer, a tendência é só piorar.

Os bancos irão tratar você como mais um. Serão atenciosos, gentis, até demonstrarão que estão ajudando você a resolver a situação. Mas na verdade, com toda a sua habilidade, vão fazer você morrer bem lentamente – quanto mais tempo melhor – pois você é uma grande fonte de renda para eles.

Em algum momento será preciso ir ao banco sim, mas, normalmente, este deve ser o último local a ser visitado quando percebemos que estamos descontrolados financeiramente.

 

Erro número 9: Não reconhecer que é parte do problema

É muito difícil para as pessoas acreditarem (e aceitarem) que são parte do problema. Há uma crença comum que coloca o dinheiro como vilão e a pessoa como vítima.

E continuamos a encontrar culpados externos – é inveja, olho gordo, é o dinheiro que não traz felicidade, é a energia negativa do dinheiro…

Dinheiro não tem energia nenhuma, nem positiva, nem negativa, é apenas um pedaço de papel moeda com determinado valor.

A diferença estará na pessoa que o utiliza, se eu não sei e não quero saber dos princípios universais da educação financeira, certamente terei preocupações e problemas financeiros. Independente do meu nível acadêmico, classe social e quantidade de renda.

Erro número 10: Desprezar a Educação Financeira

 

– Aprender a lidar com dinheiro? Coisa de avarento.

– O problema não é minha gestão financeira, é a renda do brasileiro que é baixa mesmo.

– O problema é essa carga tributária absurda.

É muito mais fácil apontar o dedo para o outro do que para si mesmo. É uma maneira de esconder a nossa incapacidade de lidar com dinheiro e de reconhecer o nosso analfabetismo financeiro.

Mas ele (ou ela)  gasta R$ 5.000,00 em um celular mas é incapaz de investir R$500,00 em um curso. Nem quando é gratuito as pessoas valorizam, não tem tempo.

Mas tempo muito tempo para o futebol, para as novelas, para programas reality show, para as redes sociais.

Para conquistar o equilíbrio financeiro, é necessário esforço e definição de prioridades.

Concluindo

Talvez você tenha achado que algumas colocações minhas são muito fortes. Peço desculpas se isso aconteceu, mas em algumas situações na vida, ser evasivo e superficial não leva ninguém a lugar nenhum. E o meu desejo, sincero, é que tenhamos uma sociedade mais saudável em todas as áreas.

E um dos caminhos é a Educação Financeira, um conhecimento  transformou e continua transformando a minha vida e a de milhares de pessoas, portanto, eu convido você a tratar sua saúde financeira como [deveria] tratar sua saúde física e mental:

  1. Previna-se com hábitos e comportamentos saudáveis;
  2. Em qualquer situação adversa procure orientação profissional;
  3. Comece o tratamento o quanto antes;
  4. Não deixe uma situação simples se tornar em uma situação mortal

Julio Santos

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Julio Santos, Educador Financeiro, autor dos livros Educação Financeira para Pais e Filhos, Os 7 Hábitos para o Sucesso Financeiro, Harmonia Financeira para Casais e Princípios Bíblicos da Educação Financeira.

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