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10 Características do “SUPERENDIVIDADO”

10 Características do “SUPERENDIVIDADO”

O tema do nosso podcast está sendo motivado por uma nova notícia que saiu no dia 6 de junho de 2019, no UOL, falando sobre o nível de endividamento do brasileiro. Segundo dados do Serasa, um novo recorde, são mais de 63 milhões de pessoas com o nome “sujo”. 

OUÇA ESTE CONTEÚDO EM PODCAST clicando na sua plataforma preferida abaixo: 

Mais de 100 milhões de brasileiros com preocupações financeiras

E se consideramos as pessoas que estão endividadas mas ainda não tem seus nomes nas listas de negativação, acreditamos que podemos chegar a 90 milhões, e se você somar as pessoas que não estão nem negativadas, nem endividadas, mas descontroladas, esse número certamente ultrapassa os 100 milhões de cidadãos brasileiros.

 Um dado extremamente preocupante que afeta toda a sociedade.

São mais de 100 milhões de pessoas literalmente trabalhando para pagar contas, para pagar dívidas, portanto pessoas que não estão conseguindo produzir o melhor que podem.

Esta notícia me levou a pensar nas características do “super-endividado”, que é uma evolução do endividado.

Aliás, aqui conosco, é mais fácil aparecer um superendividado do que um endividado.

Por que? Você poderia me perguntar.

E a resposta é muito simples.

Porque as pessoas empurram, empurram o máximo. E praticamente somente na hora do desespero, quando a solução é quase impossível ele resolve buscar uma ajuda profissional.

Eu tenho outros podcasts e artigos que falam desta característica, aqui no blog você terá informações de como acessar esses materiais.

Este conteúdo aqui serve também para você que não está endividado, pois ninguém nasceu endividado, muito menos super-endividado.

É muito comum eu ouvir pessoas dizerem que até tinham reservas financeiras, mas em algum momento a coisa começou a desandar, se descontrolaram, se endividaram até chegarem a uma situação que eu chamo de “insustentabilidade financeira”.

Então, vamos lá. Vou enumerar essas características, descubra se algumas delas fazem parte do seu MINDSET:

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#1 - Detesta Admitir Que Precisa De Ajuda

Existe uma escritora americana que diz que falar de dinheiro, para muitas pessoas, é mais constrangedor que falar de sexo, corrupção, etc.

Sim, isso é verdade, não gostamos de expor nossa vida financeira, principalmente quando a situação está delicada.

Mesmo as pessoas que nos contratam para receberem orientação financeira ficam receosas de expor seus comportamentos e atitudes. Somente depois de algumas conversas e exposição do nosso papel, é que elas vão se soltando.

O que precisamos entender é que, assim como, muitas vezes vamos ao médico a contragosto, e precisamos abrir nossa intimidade, mostrar o corpo, é preciso também compartilhar nossas dificuldades financeiras com outras pessoas para poder melhorar.

E que esse compartilhamento seja com quem tenha capacidade, experiência, credibilidade para prover esta ajuda.

Alguém de fora da situação pode enxergar muitas coisas que não estamos vendo.

Mas, como disse, quem chega ao superendividamento, fica guardando tudo para si, constrangido, envergonhado, com sentimentos que não levarão a lugar nenhum.

Eu, Julio Santos, em um determinado momento da minha vida, admti que, mesmo com todo meu conhecimento, toda minha boa formação acadêmica e cultural, precisava de ajuda pois eu não sabia lidar com dinheiro.

#2 - Acredita Que Educação Financeira Não É Importante

O ser humano gosta de ouvir e ver coisas agradáveis, extremamente positivas, e, preferencialmente que caiam em nosso colo de mão beijada, sem que precisamos de fazer esforço.

É por isso que muitos gurus arrastam milhões de pessoas para os seus livros e cursos.

Já a Educação Financeira é uma disciplina poderosa para nossas vidas financeiras, que inclusive também tem o poder de nos tornar ricos.

Mas a Educação Financeira, tem como pressuposto ação, escolhas, estratégias, esforço, mudanças.

E sabemos que a maioria das pessoas não quer trilhar este caminho.

Então muitas pessoas a desprezam, com isso não aprendem a usar os seus recursos, e acabam comprometendo sua saúde em todas as áreas.

Novos erros vão se somando aos anteriores, compondo um coquetel de equívocos explosivo, que vai levar àquela situação do superendividamento.

O próximo comportamento é

#3 - Sempre Encontra Culpados, Desde Que Não Seja Ele

A nossa mente, além de privilegiar caminhos mais curtos, é extremamente defensiva.

Temos uma enorme facilidade para justificar nossos problemas atribuindo a questões externas, poupando-nos da nossa responsabilidade.

Pessoas que tendem ao superendividamento estão o tempo todo falando da inflação, da corrupção, da crise mundial, da alta do dólar, da inveja do vizinho, da empresa que não vê o seu valor, etc.

Ele está o tempo todo na defensiva.

E quanto mais ele tenta se proteger, mas a situação se agrava.

Em maior ou menor grau, nós sempre tempos nossa parcela de contribuição para o problema. Aliás, em muitos casos, nós somos os problemas. Muitas vezes nós somos os inimigos de nós mesmos e não estamos enxergando.

#4 - Esconde Da Família Sua Situação Financeira

O fato é que, 99% das pessoas não se endividam de propósito.

E muitas delas, chegaram nesta condição tentando agradar aqueles que amam: filhos, cônjuge, amigos, parentes e até a si mesmo.

É o seguinte ciclo: eu compro muitas coisas para agradar quem amo, o que comprei gerou gastos e dívidas e por isso tenho que trabalhar bastante para pagar, como trabalho bastante não tenho tempo para quem amo, para compensar compro mais coisas para compensar minha ausência,  e aí vou ficando mais descontrolado e endividado.

Veja que ciclo terrivelmente prejudicial.

E em nossa cultura temos a tendência equivocada de querer proteger excessivamente quem amamos.

É a chamada síndrome do provedor. Eu me sinto obrigado a resolver todos os problemas sozinho, não vou incluir meu cônjuge e filhos em um processo de Educação Financeira.

E a situação financeira vai se complicando, não compartilhamos em casa a situação, não propomos uma melhor organização de gastos, não expomos os principais motivos que estão contribuindo para aquela situação.

Desta forma ficamos isolados, sozinhos e perdidos.

Eu, Julio Santos, fazia exatamente isso nos meus tempos de “ignorância financeira”,

E você fica no meio de uma tempestade. Não conseguimos enxergar bem tudo o que está ao nosso redor.

O que você acha que irá acontecer?

#5 - Atribui Os Problemas Financeiros A Fatores Espirituais

Começa a bater o desespero.

A nossa mente continua dizendo:

– Sim, precisamos de culpados, quem será?

E, por sermos um país religioso e místico, tendemos a espiritualizar tudo.

Começamos a dizer que questões espirituais estão afetando minha vida financeira. É encosto, é trabalho espiritual, é o diabo que não quer que eu progrida, é inveja, é olho gordo, etc.

Acaba se tornando uma forma de defesa e ao mesmo de conformismo, afinal não podemos muito com o sobrenatural, não é mesmo?

E nesta questão, da espritualidade, existe uma outra forma, também distorcida, que atrapalha a minha mudança financeira.

É quando a pessoa começa a recorrer à espiritualidade, ou melhor, mergulhando na espiritualidade (igrejas, orações, benzedeiras, simpatia, banhos milagrosos, amuletos ou qualquer coisa ligada à espiritualidade, apostando que isso resolverá meu problema).

E eu já atendi pessoas que disseram que faziam isso e acabaram piorando a situação.

Eu acredito em espirituaidade, acredito em Deus, acredito em fé

Eu quero que você entenda minha abordagem aqui, estou falando que somente apelar para o espiritual não resolve, assim como dizer que a culpa é do espiritual também não nos leva a lugar nenhum.

Em muitas vezes, o que pega mesmo, é, simplesmente o “analfabetismo financeiro”.

Trata-se de consumismo.

Trata-se de auto-estima baixa.

Tudo isso são coisas que podem ser resolvidas sem precisar deixar a responsabilidade somente para a espiritualidade.

#6 - Vive Fazendo Gambiarras Financeiras

Aqui o desespero chegou ao auge.

O seu gerente está começando a dificultar a concessão de crédito (é óbvio, ele tá percebendo que esgotou todas as suas possibilidades de te enforcar financeiramente, agora é só esperar a extrema unção).

Então a pessoa abre conta em outros bancos (agora então com os bancos digitais ficou mais fácil ainda), começa a pesquisar empréstimos online (outro veneno terrível), e começa a atirar para todo lado.

Ele consulta o FGTS pois pensa em pedir para ser mandado embora na empresa, vende férias, vende ticket refeição, vende carro, e… vai até os agiotas.

Todo mundo nessa estória está se aproveitando de sua fragilidade emocional e financeira.

Gerentes de banco, gurus espirituais, agiotas, empresas fornecedoras de crédito, todo mundo aqui já conhece os comportamentos, as falas, os “tiques” dos superendividados.

Você se torna uma presa muito fácil.

Em pouco tempo estará enjaulado em dívidas, se sentindo totalmente preso, acuado, isolado, doente, etc.

#7 - Odeia Fazer Controles Financeiros

Gastar é bom, mas primeiro precisamos saber quanto temos disponível para gastar, concorda comigo?

E para isso um bom controle financeiro não faz mal a ninguém.

Anotar despesas, juntamente com a família é primordial.

Pessoas que se tornarão endividadas detestam fazer controles.

Algumas até fazem, mas fazem tudo pela metade. Só para se auto iludir. Ou dizer que estão se esforçando para melhorar a situação.

Mas um controle financeiro não é apenas uma planilha do Excel ou um aplicativo o celular. Isso é apenas a ferramenta de controle, você precisa também desenvolver a técnica, a habilidade de usar este controle.

Sem contar aqueles que dizem que tem tudo controlado. Na cabeça! Ou seja, controle nenhum.

Um engano. O melhor controle financeiro é lápis e papel na mão.

Se não fizerem isso, o descontrole vai ficar insustentável, pois ele provavelmente vai usar os mais diversos instrumentos de crédito que são colocados à sua disposição (ele usa cheque, especial, vários cartões de crédito, financiamentos, consignados, etc).

Tudo isso de instituições diferentes. E impossível você ter tudo na cabeça.

E quando se decide por negociar a dívida, não sabe exatamente quanto é, sempre vai fazer apenas um remendo nas suas finanças, pagarão juros totalmente incoerentes e desproporcionais, sairá do estabelecimento com a sensação de alívio, mas este sentimento acabará em horas ou dias.

E o “câncer financeiro” continuará evoluindo, fazendo metástase.

#8 - Acredita Que As Instituições Financeiras São A Única Salvação Para Os Seus Problemas

Devido à falta de educação financeira as pessoas acreditam que o banco é o primeiro lugar, muitas vezes acham que é o único onde devem ir para resolver os seus problemas financeiros.

Mas o banco não é um dos locais que tem feito você se endividar?

Você não percebe que cada vez que vai lá, compra um novo produto financeiro, faz uma nova modalidade de crédito, e continua com aquela sensação de que não saiu do lugar?

Há algum tempo uma empresária me disse que vendeu um imóvel para pagar as dívidas com o banco, em em seis meses, a situação não tinha mudado nada.

É claro que ela estava cometendo outros erros, mas negociar no banco, sem preparo, sem uma boa orientação, vai torná-la presa fácil.

Aliás, o banco diz que vende crédito para que você resolva seus problemas, mas na verdade, pelo menos no Brasil, os bancos vendem dívidas, ele sabe que você vai ficar naquele emaranhado e ficará durante anos, ou décadas, contribuindo para o enriquecimento dessas instituições financeiras.

#9 - Quer Agradar E Impressionar Todo Mundo Mesmo Que O Poço Fique Cada Vez Mais Fundo

Superendividamento é algo muito profundo e sério.

Por trás desta situação pode haver questões emocionais e afetivas que temos dificuldade de lidar.

Como eu já disse no início, a maioria das pessoas não se endivida porque quer. E o papel da Educação Financeira é trabalhar também as questões interiores. Nossas crenças, nossas emoções, nossa autoestima, nossos relacionamentos.

Eu vivi isso na minha vida. A Educação Financeira proporcionou este equilíbrio emocional, a autocontrole em relação à depressão, etc.

É isso que eu falo o tempo todo. E volto a repetir. Educação Financeira não é planilha, não investimento em produto financeiro, não é um montão de frase bonitinha dos gurus de finanças.

O motivo de eu publicar incansavelmente conteúdos em artigos, podcasts, vídeos, é para ampliar a visão da Educação Financeira.

Um bom Educador Financeiro vai conseguir te ajudar a identificar estas fragilidades, e vai te apresentar orientações conceitos e ferramentas práticas para sair dessa dependência.

Porque o endividamento surge, muitas vezes as pessoas da dificuldade de saber dizer não, ou da necessidade de se sentirem aceitas pelos outros, e acabam gastando mais do que podem.

E isso vai se agravando dia após dia, e vai as deixando perdidas, distanciando de todas as outras possibilidades

# 10 - Vivendo Tirando Um "Sarro" da Própria Situação Financeira

Isso é muito triste. Pessoas rindo da própria desgraça. Sabe aqueles comentários:

 

“Uma vez pobre sempre pobre.”

 

“Eu quero largar das dívidas, mas elas não largam de mim.”

 

Esse discurso é uma forma de autodefesa que simplesmente consolida e agrava a situação.

Porque não adianta nossos pais, nossos cônjuges, nossos filhos, nossos amigos quererem nos ajudar se eu mesmo não quiser me ajudar. Se eu não parar para pensar sobre este tipo de atitude.

Isso tem a ver também com responsabilidade e maturidade. E tem muito marmanjo que tá precisando muito dessas duas virtudes.

O início da nossa autoajuda é admitir nossa responsabilidade diante do problema e propor uma nova postura mental, emocional e comportamental.

Talvez até existam outras características, mas estas são as mais marcantes e presentes nas centenas de atendimentos que eu e minha equipe já fizemos.

Concluindo...

Eu quis trazer esta reflexão porque eu sei que ninguém gosta de chegar a esta situação. Sei também que pessoas que estão ao redor do superendividado também sofrem.

E sei também que, o superendividamento tem efeitos colaterais devastadores na vida das pessoas – doenças físicas, mentais e emocionais – que podem durar muito tempo, mas muito tempo mesmo.

Mas eu posso lhe dizer também que é possível construir uma mentalidade diferente, que entenda da importância de aprender a administrar nossos recursos financeiros, evitando entrar neste grupo de mais de 60 milhões, ou conseguindo sair dele.

Isso não tem preço, posso afirmar para você.

Espero que você tenha se beneficiado de nossa conversa.

Continue ouvindo e assistindo nossos conteúdos e acessando todos os nossos canais de relacionamento.

Em podcasts estamos no Spotify, Itunes, Anchor, Radio Public, Google Podcasts, e muitos outros.

E eu te convido a se conectar comigo no blog.juliosantos.com.br e nas redes sociais – Facebook, Instagram, Linkedin, Pinterest. – Basta pesquisar aí Julio Santos Educação Financeira e você deve me achar.

Só no Instagram que eu estou como JulioSantosCoachFinanceiro.

E por último, o seu comentário, a sua avaliação, a sua opinião, a sua sugestão é muito importante e valiosa. É através dela que posso melhorar ok.

Então, de alguma forma diga o que achou. E pode criticar. E com sua critica que eu posso melhorar.

Um último aviso,

Ah, e acabo de lembrar, eu criei o Curso Viver sem dividas.

É um curso online disponível na plataforma online Hotmart. O investimento neste curso é apenas R$ 497,00.

Se este artigo impactou você, se você se enxergou em algumas destas situações, não deixe de mudar a sua história. Eu também já fui um “superendividado” e, exatamente pelo poder da Educação Financeira eu transformei minha vida e decidi compartilhar minhas experiências e aprendizado como Educador, Consultor e Coach Financeiro.

Um grande abraço!

Geração De Riqueza - O Poder da Educação Financeira

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About the Author

Julio Santos
Julio Santos

Julio Santos, Educador Financeiro, autor dos livros Educação Financeira para Pais e Filhos, Os 7 Hábitos para o Sucesso Financeiro, Harmonia Financeira para Casais e Princípios Bíblicos da Educação Financeira.

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