Aprenda a Gerar Riqueza com a Educação Financeira

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Educação Financeira do Brasileiro é Pior Que Educação Formal

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O título deste artigo é uma frase que ouvi esta semana no Jornal da Globo de 28/05 –  

Segundo a âncora do jornal, Renata Lo Prete, a frase foi dita por técnicos do Banco Central em um grande evento para profissionais.

E eu quero abordar esse assunto, pois ele é de extrema importância, primeiro porque tem todo sentido o que eles disseram, segundo, porque a partir da reflexão sobre esta constatação podemos agir para mudar essa realidade.

Para contextualizar, vamos refletir sobre o desempenho do Brasil na Educação.

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Quem acompanha as informações e pesquisas nacionais e internacionais sobre a qualidade da educação, – na última edição do PISA, que é um teste reconhecimento internacionalmente, pudemos comprovar o baixo grau de domínio do brasileiro em disciplinas como matemática, ciências e leitura. De um total de 70 países, ficamos em 65º em matemática, 63º em Ciências e 59º em Leitura.

Esses dados são assustadores e preocupantes.

Agora, se relacionarmos esse resultado com a frase dos técnicos do Banco Central, dá para ter uma noção do quanto temos que caminhar para que a Educação Financeira se torne um conhecimento prático na vida das pessoas.

Eu concordo plenamente com a frase, pois eu noto isso no meu dia a dia.

É flagrante e preocupante como a nota pessoas em Educação Financeira é baixíssima. Pessoas com diplomas, ótima formação acadêmica, mas nota 1 em Educação Financeira.

E você que me acompanha sabe que eu sou um exemplo disso.

E é importante frisar que muito investidor também tem nota baixa em Educação Financeira.

Para explicar porque isso acontece eu pensei aqui com meus botões e identifiquei fatores que reforçam esta situação.

Vou comentar um pouquinho cada;

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1. O brasileiro “pensa” que tem Educação Financeira

A maioria dos brasileiros acredita que Educação Financeira não é uma disciplina, não é uma matéria. Ele acha que aprender a lidar com finanças, no seu sentido mais amplo, que é isso que é Educação Financeira, é um aprendizado inato, como aprender a andar e falar.

E na sua ignorância ele acha que alguns tem esse dom bem desenvolvido, outros nem tanto. E que na verdade, a fonte de problemas financeiros não é o seu analfabetismo financeiro.

Ele atribui a fatores externos como “salários defasados”, empresa que não valoriza o seu potencial, corrupção na sociedade, etc. Ele sempre encontra um culpado, desde que não seja ele.

2. O brasileiro despreza a Educação Financeira

Todo mundo quer aprender tecnologia, liderança, relacionamentos, idiomas. Tudo isso é conhecimento. E para ter esse tipo de conhecimento muita gente pagaria mil, dois mil, dez mil reais para fazer um curso.

Mas Educação Financeira? Investir meu dinheiro para aprender a lidar com dinheiro?

Exatamente pelo motivo 1, ou seja, por não saber o que é, e o quanto importante é, ele simplesmente não está nem aí.

Aí você fala. Ah, mas eu me interesso.

Desculpa, mas eu ouço todo mundo falando que se preocupa com educação financeira.

Mas ele não busca o aprendizado.

As vezes a empresa paga para ele e ele não se interessa.

Essa é a verdade.

E os que acham que estão aí, assistem uma palestra de Educação Financeira, ou leem um artigo com meia dúzia de dicas de como enriquecer.

E ele acha que tá tudo resolvido.

Esse desprezo acontece também por crenças e religiosidade. Isso se demonstra em frases como o dinheiro não traz felicidade, o dinheiro é a raiz de todos os males. Etc.

3. O brasileiro tem preconceito com Educação Financeira

Quem tem Educação Financeira, ou seja, quem sabe gastar o seu dinheiro com sabedoria, portanto constrói reserva financeira, é muitas vezes ridicularizado, taxado de muquirana, mão de vaca, mesquinho, etc.

Olha aí, estamos identificando mais um tipo de bulling.

Avareza é uma doença, e o avarento não tem Educação Financeira.

Mas economizar, pedir desconto, deixar de gastar com aquilo que não é necessário situações, é sinal de sabedoria financeira.

4. O brasileiro confunde Educação Financeira com Economia

Por não ter a mínima ideia do que é Educação Financeira, o brasileiro vai por aproximação. Então ele faz a ligação: Educação Financeira é igual a economia.

É muito comum ver pessoas atribuindo suas preocupações financeiras aos índices de inflação, variação da Selic, a alta do dólar, o nível de investimento no país, níveis de desemprego, etc.

Esses fatores podem contribuir para o resultado geral das pessoas, mas não é o fator preponderante.

Pelo contrário, há pessoas que, aproveitam esses elementos para melhorar seus resultados financeiros.

Tanto é verdade, que eu faço consultoria financeira para economistas, administradores. Por que isso?

5. O brasileiro acha que Educação Financeira é matemática

Muito próximo com a confusão com economia, é pensar que Educação Financeira é, essencialmente, a arte de dominar contas, fórmulas e planilhas;

Grande parte das pessoas que ensino, são do mundo das exatas, tem planilhas mirabolantes, lindas, mas que não tem funcionalidade.

Isso ocorre porque ele não entendeu que a matemática, fórmulas e cálculos são apenas recursos de apoio na aplicação da Educação Financeira plena.

6. O brasileiro pensa que Educação Financeira é produto financeiro

Outra confusão é acreditar que fazer uma boa renegociação de dívidas, ou comprar uma previdência privada é a expressão máxima da educação financeira.

A essência da Educação Financeira é não ter dúvidas, por mais duro e impossível que as pessoas achem e que por menos que os bancos queiram, mas viver renegociando dívidas é uma forma de perder dinheiro constantemente.

E o banco adora isso.

Produtos de investimentos também. Tem muito investimento por aí que perde de 10 a 0 para a poupança, mas a pessoa vai lá e adquire por se achar muito educado financeiramente.

Tudo isso, volto a dizer, fruto do desconhecimento.

7. O brasileiro acredita que o banco é o principal provedor de Educação Financeira

O item anterior se reforça aqui.

Acreditar que o gerente do banco é consultor financeiro e que ele vai te dar o que há de melhor para o seu bem-estar financeiro é uma ilusão.

O banco, e portanto, os seus funcionários, precisam obter lucro.

E para isso alguém tem que pagar. E quem será? O cliente do concorrente?

Tem um grande banco que lançou o produto mais maravilhoso do mundo. Ele diz que é a conjugação de conta pessoa jurídica com pessoa física. E gastou uma fortuna para fazer a propaganda. E é claro que o cliente que está pagando a conta.

Isso nada mais é que não deixar você ir para o concorrente. Já que é para deixar dinheiro com alguém, deixa com a gente.

Agora, te pergunto:

Muita gente vai comprar esse produto?

Claro que vai.

E ainda vai dizer que tem um montão de benefícios.

Deixa pra lá vai, estou me empolgando demais.

Já ouvi e presenciei dezenas de estórias onde pessoas foram induzidas a erros, alguns pequenos, alguns enormes, simplesmente porque confiaram cegamente no que a sua instituição oferecia.

8. O brasileiro acha que Educação Financeira é auto-ajuda

Esse e um erro clássico e muito comum, acredita-se que educação financeira é basicamente um trabalho mental, mudança de “Mindset”, motivação, etc.

Aquela historia de você acordar todo dia e a primeira coisa que faz é se olhar no espelho e gritar bem alto: Eu sou bem sucedido! Eu sou próspero!

É aqui que os gurus do enriquecimento deitam e rolam, enriquecendo-se a si mesmo, entregando ilusões para as pessoas.

Ter um pensamento positivo é importante, mas é preciso também técnica, informação e conhecimento.

E, também, ação, atitude, você pode até ter todo o conhecimento de mundo, mas se não praticar, vai ser só “obesidade intelectual”, como diz um amigo meu.

9. O brasileiro quer coisas fáceis, rápidas e com resultados surpreendentes

O brasileiro quer aprender inglês dormindo, quer ficar sarado sem praticar exercício, quer emagrecer comendo de tudo.

E quer ficar rico gastando como um louco, com o mínimo do mínimo esforço possível.

E para se enganar, ele vai nos gurus do enriquecimento que mostram essas fórmulas milagrosas de enriquecimento, volta empolgado, mas em poucos dias percebe que entrou numa furada, gastou dinheiro à toa, no crédito é claro.

E fica frustrado, não evolui, e fica repetindo um monte de coisa sem sentido, que não o leva a lugar nenhum, deseduca a família e prejudica não só o crescimento dele, mas de todos a sociedade.

E sua vida financeira sofre do efeito “gangorra”, um dia está lá em cima, outro dia está lá embaixo.

10. Muitos profissionais de Educação Financeira também não têm Educação Financeira.

E por último, vai um puxão de orelha para muito profissional de Educação Financeira que entrou nesse mercado achando que é fácil e simples.

Elas pensam no “glamour” de ser guru de finanças. Primeiro, que Educador Financeiro não é guru de finanças, certo?

Segundo você tem que ter técnica, experiência, sensibilidade, bagagem para ajudar as pessoas quanto o assunto é dinheiro.

O que eu quero dizer com isso?

É que eu só posso ensinar aquilo que domino, aquilo que tenho fluência.

Mas como existe muita superficialidade no mercado, muitos profissionais escolhem como base uma filosofia de enriquecimento qualquer, decora conceitos de alguns clássicos deste mundo, por exemplo Napoleon Hill (Quem pensa enriquece). Robert T. Kiyosaki (Pai Rico, Pai Pobre) ou T. Harv. Eker (Segredos da mente milionária) e se acha o bam-bam-bam do momento.

Ele mesmo fica perdido, acaba misturando educação financeira, com pnl, com venda de produtos financeiros (investimento, marketing multinível, entre outras coisas) e, é claro, que o resultado vai ser, no mínimo, insatisfatório.

Ensinar educação financeira e uma atividade muito séria.

Você mexe com as emoções e valores das pessoas, atua nos sonhos dela, acaba, sutilmente, atuando até na sua personalidade.

Portanto, é preciso saber avaliar quem é que trazemos para nos ensinar sobre Educação Financeira. E nós, profissionais desta área, temos que entender a importância, valor, mas também responsabilidade com nosso trabalho.

Concluindo…

Veja só, em pouco tempo identificamos dez motivos que atestam o nível baixíssimo de Educação Financeira do brasileiro.

Mas eu creio que a sociedade brasileira vai amadurecer, nós teremos um dia um país com ótimas notas em Português, Matemática, Ciências, Cidadania, ética, em química, física, história, e também Educação Financeira.

Espero que esses dias estejam perto.

Um grande abraço, e sucesso!

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Julio Santos
Julio Santos

Julio Santos, Educador Financeiro, autor dos livros Educação Financeira para Pais e Filhos, Os 7 Hábitos para o Sucesso Financeiro, Harmonia Financeira para Casais e Princípios Bíblicos da Educação Financeira.

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