Aprenda a Gerar Riqueza com a Educação Financeira

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Em qual filosofia do enriquecimento você acredita?

Em qual filosofia do enriquecimento você acredita?

Dinheiro, riqueza, independência financeira são alguns dos grandes objetivos perseguidos por bilhões de pessoas no mundo todo, independente da sua nacionalidade, nível social, religião, formação educacional, etc.

Eu estava pensando sobre esse assunto, especialmente como a sociedade apresenta soluções para esse assunto. E acabei por encontrar pelo menos três formas, três modelos que são perseguidos, praticados e desenvolvidos por muitas pessoas que buscam este enriquecimento.

Vou apresentar um pouco sobre cada uma dessas “filosofias” e deixar uma reflexão para você consolidar ou reformular suas convicções.

Chamarei essas formas praticadas para a resolução de problemas financeiros de “Filosofias do Enriquecimento”. Essas filosofias são apresentadas em livros, ensinadas por gurus, geram programas de televisão e acabam conquistando milhões de adeptos a cada ano.

Vamos a elas:

Primeira Filosofia: Super Enriquecimento

A primeira delas tem como tema central o ultra-hiper-mega acúmulo de riqueza. Nessa filosofia o mantra principal é “não pense pequeno, você pode… queira tudo e mais um pouco!”.

Nessa filosofia ser milionário é pouco. As pessoas querem ser bi-tri-quatri-lionárias. Elas querem ter aquela quantidade de dinheiro impossível de ser contada e grande manifestação da sua existência é poderem, em seus jatinhos particulares, almoçar em Paris, jantar em Moscou e dormir em Dubai.

Nos artigos e palestras daqueles que pregam esta filosofia, as grandes referências para os seus adeptos são as mansões de artistas holywoodianos, os carrões de luxo dos atletas do basquete americano ou também os iates dos grandes empresários bilionários do mundo do petróleo, da mídia, etc.

As pessoas que perseguem esta filosofia querem ser referência, não pelo que elas são, mas sim pelo que elas tem.

 

Segunda Filosofia: Super Empreendedor

Esta filosofia tem como base principal o trabalho. Mas não o simples trabalho e sim, muito, mas muito trabalho mesmo. Ela baseia-se na premissa que para que você conquiste o sucesso financeiro pleno você deve ser um verdadeiro workaholic, um viciado em trabalho, daqueles que se orgulham em dormir no máximo três horas por noite (mas não desligam o celular nunca, muito menos se desconectam do mundo cibernético).

Nessa filosofia o objetivo das pessoas é construírem sua riqueza a partir da criação, desenvolvimento e administração de três, quatro, cinco empresas ao mesmo tempo, participação

Os grandes referenciais nessa filosofia são aqueles empreendedores que construíram sua riqueza a partir desse excesso de trabalho, estão presentes nas principais publicações editoriais sobre empresários bem sucedidos (sejam elas blogs, jornais, revista, livros).

Esses “caras” se tornam praticamente deuses para os seus adeptos e a grande referência deles é “ego”, não as coisas que eles tem necessariamente, mas o que eles querem ser para as pessoas, precisam estar em evidência, sendo cultuados e admirados pelos seus “súditos”.

 

Terceira Filosofia: Equilíbrio Financeiro Sustentável

A terceira filosofia, creio que seja a menos conhecida, menos admirada, menos “glamourosa” e menos perseguida pelos cidadãos do mundo, é aquela filosofia que prega simplesmente o equilíbrio entre “viver e trabalhar”, entre “ganhar, gastar e guardar”.

Nessa filosofia vivemos o presente mas não deixamos de pensar no futuro. Os adeptos desta filosofia entendem que é possível viver muito bem sem precisar nadar em rios de dinheiro e muitos menos trabalhar vinte horas por dia.

As pessoas, que acreditam na terceira filosofia simplesmente acreditam que o grande segredo não é ganhar muito e sim gastar com sabedoria e bom senso, com foco em seu bem estar, não na posse em si ou no seu ego, desejo de ser admirado.

Nessa filosofia encontra-se tempo para o trabalho sim mas não se abre mão do cuidado com o eu, seja na saúde física e mental, na espiritualidade. Nessa filosofia também há uma especial atenção para com a família – cônjuge e filhos – cedendo espaço na agenda para o diálogo, a orientação, a reflexão, a diversão.

E esta filosofia (não que as outras não se preocupem com isso), pensa muito no “outro”, no “próximo”, mas não com um sentido de filantropia pura,  mas com um sentido humano, de justiça e equilíbrio social.

Qual a melhor filosofia do Enriquecimento?

Podemos agora partir para esta pergunta, não é mesmo? Qual é a melhor, mais saudável e mais realizável filosofia do enriquecimento?

Confesso que não tenho sabedoria para dar essa resposta. Mesmo porque há pessoas adeptas de uma ou de outra, por incrível que pareça, são felizes, se sentem realizadas.

Portanto, a resposta que temos que encontrar não é qual será a melhor mas sim:

  1. Qual dessas filosofias estamos mais preparados – física, emocional, espiritual e intelectualmente – para perseguir.
  2. Conhecendo as minhas características psicológicas e os meus valores e princípios,  qual delas posso dizer que fará com que eu me sinta mais bem sucedido?

E é essa reflexão que quero propor a você. Pense, reflita, discuta e aja. Você merece ser feliz!

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About the Author

Julio Santos
Julio Santos

Julio Santos, Educador Financeiro, autor dos livros Educação Financeira para Pais e Filhos, Os 7 Hábitos para o Sucesso Financeiro, Harmonia Financeira para Casais e Princípios Bíblicos da Educação Financeira.

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