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Porque As Empresas Não Se Preocupam Com a Saúde Financeira dos Seus Colaboradores

Porque As Empresas Não Se Preocupam Com a Saúde Financeira dos Seus Colaboradores

A “afirmação-título” deste artigo pode deixar alguns gestores de recursos humanos indignados.

Mas posso assegurar que será apenas uma esmagadora minoria dos profissionais que gerenciam pessoas e até dos proprietários e presidentes de empresas.

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Foi então que decidi ter uma vida financeira saudável.

Educação Financeira para Realizar do Sonho da Casa Própria

Já vi donos de empresa dizerem que não investem em Educação Financeira para os colaboradores porque, como aprenderam na “raça”, eles também devem aprender desta forma.

Um verdadeiro “tiro no pé”, na minha opinião.

Estudos nacionais e internacionais comprovam, com diversos argumentos, que a saúde financeira do colaborador tem impactos profundos e perenes na vida deles, profissionais, e no sucesso da organização.

O primeiro e mais evidente benefício de um profissional que está com a vida financeira equilibrada será a sua auto-motivação.

Não há nada mais desmotivador do que acordar logo cedo para trabalhar e já estar com preocupações financeiras, do tipo, cobrir o cheque especial, encontrar dinheiro para pagar a fatura do cartão de crédito, etc.

Um dos pensamentos recorrentes de pessoas que estão na situação acima é viver pensando em “como ter um aumento de salário”.

E não será incomum ele deixar de lado o que tem que fazer para pensar em outro local onde possa ter mais dinheiro para pagar suas contas.

Ok, sabemos que este pensamento é totalmente enganoso, mas, devido ao alto grau de analfabetismo financeiro, muitas pessoas acordam e vão dormir pensando nesta solução.

Resultado: improdutividade, serviço de ma qualidade, atividades entregues fora do prazo, desgastes com colegas de trabalho, altos níveis de rotatividade, etc.

Logo podemos deduzir que, uma vez motivado, um profissional com sua vida financeira saudável será muito mais produtivo e criativo no ambiente de trabalho. Isso também é comprovado. Não só aconteceu em minha vida quando fiz a transição de “analfabeto financeiro” para “plena educação financeira”. Passei a produzir e criar muito, não só na vida profissional, mas também nas outras áreas de minha vida.

E não foi só comigo. Nas corporações onde desenvolvemos Programas de Educação Financeira as pessoas relatam que mudaram suas vidas, seus comportamentos e suas performances após aprenderem a eliminar da sua mente as preocupações financeiras, substituindo-as para pensamentos de crescimento e realização profissional.

Ora diante desse panorama, a tendência é que a organização se beneficie globalmente: profissional mais motivado é igual a menos presenteísmo e absenteísmo.

Pessoas com disposição produzem mais em menos tempo, isso gera mais resultados e mais lucros.

Um ecossistema profissional com pessoas em todos os níveis mais satisfeitas significa um clima organizacional extremamente saudável.

Mas o tema de nossa conversa é: Por que as empresas não valorizam a Educação Financeira?

MOTIVO 1: O próprio gestor não tem Educação Financeira.

O primeiro motivo é porque muitos dos gestores e empresários também não tem Educação Financeira.

Ter um alto salário não significa saúde financeira.

Portanto, se ele não valoriza algo para sua vida, por que ofereceria para os seus colaboradores?

Motivo 2: Modelo de Resultados

O segundo motivo é nosso modelo de resultados: muitas empresas focam em produzir mais com menos despesas. Menos despesas não só do ponto de vista de aproveitamento de recursos quanto de extrair o máximo do profissional.

Em outras palavras, acreditam que oito horas ininterruptas de atividade são mais rentáveis que 5 horas feitas com calma e reflexão.

Pensando assim deixam de lado o investimento no capital humano.

Motivo 3: Priorizar capacitação técnica.

O terceiro motivo é privilegiar capacitação técnica em detrimento do desenvolvimento atitudinal/comportamental.

Sim, é preciso ter domínio dos processos do seu negócio, mas, muitas vezes, o que falta, é ajudar o colaborador a eliminar o stress das preocupações financeiras.

Motivo 4: Dizem que é caro.

O quarto motivo, talvez o mais comum, não só para desenvolvimento, mas para outras decisões empresariais é o que os líderes chamam de “custo”.

Na verdade é uma justificativa falaciosa pois justifica-se em não investir em treinamento por indisponibilidade orçamentária mas investem fortunas para criação de espaços físicos e compra de equipamentos tecnológicos.

Não me leve a mal, não estou querendo desqualificar qualquer decisão sua, que entende e é responsável pelo seu negócio.

Eu quero dizer que uma não elimina a outra, pelo contrário, quando as duas ações são feitas com consciência e estratégia podem geram resultados muito maiores e perenes.

Espero que esta conversa tenha ajudado você a refletir, quer seja um pequeno empreendedor, com apenas três ou quatro colaboradores, ou um CEO, líder de centenas de profissionais.

Não tenho dúvidas, e nossas atividades comprovam que, quando os profissionais brasileiros aprenderem a valorizar a Educação Financeira, o país será mais produtivo, mais rico em todos os sentidos e mais sustentável.

Meu nome é Julio Santos, sou Consultor e Coach Financeiro, com uma vasta experiência em programas de Educação Financeira para empresas privadas, órgãos públicos e instituições do terceiro setor, por exemplo associações e igrejas.

Quer conversar um pouco sobre o assunto?

Meu telefone é (11) 9.7498-8550 e e-mail: julio@juliosantos.com.br

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About the Author

Julio Santos
Julio Santos

Julio Santos, Educador Financeiro, autor dos livros Educação Financeira para Pais e Filhos, Os 7 Hábitos para o Sucesso Financeiro, Harmonia Financeira para Casais e Princípios Bíblicos da Educação Financeira.

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